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sábado, 14 de maio de 2011

  1. A hora de Ter segurança é agora.
  2. A minha segurança e a sua depende de nós, seja consciente.
  3. A pressa não encurta o tempo, encurta a vida.
  4. A segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.
  5. A segurança depende de você para viver mais
  6. A segurança faz a diferença no trabalho.
  7. A segurança faz parte da esperança de um futuro melhor. Prevenir acidentes é caminhar rumo ao futuro.
  8. A Segurança não é o simples ato egoísta de não querer acidentar, mas sobretudo, um ato de solidariedade de não deixar ocorrer acidentes
  9. A segurança não se conquista, se faz;
  10. A segurança sempre tem razão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um Fator muito importante na Segurança no trabalho:

O que é primeiros socorros?
Tem o objetivo de fornecer apenas um atendimento temporário à vítima até que seja possível conseguir o auxílio médico profissional.
Aplicados de forma correta, os primeiros socorros podem significar:
1-A diferença entre a vida e a morte;
2-A diferença entre uma recuperação rápida e uma hospitalização prolongada;
3- A diferença entre uma incapacitação temporária e uma invalidez permanente.
Abandonar a vítima:
Abandono significa interromper o atendimento, antes que alguém com nível de treinamento igual ou superior ao seu assuma a responsabilidade. Portanto, uma vez que você inicie o socorro deverá ficar ao lado da vítima até ser substituído por alguém que possua condições de assumir os cuidados.
Negligência:
Negligência significa atender uma vítima sem observar as técnicas adequadas e os protocolos estabelecidos, provocando com isso o agravamento ou lesões adicionais.
Obrigatoriedade de socorro:
Prestar socorro não significa tocar na vítima, mas sim, obter auxílio, chamar o Resgate e nunca deixar a vítima entregue à própria sorte.
Como reconhecer uma emergência:
O primeiro passo é saber reconhecer uma emergência, ou seja, perceber que alguma coisa está errada, notando mudanças na aparência, ou na atitude de alguém, ou de uma circunstância.
Chamar o resgate:
A maioria das pessoas tem dificuldades para decidir se deve chamar o resgate; ficam esperando para ter absoluta certeza que a situação é grave, ou então, decidem levar a vítima para um hospital por seus próprios meios.
Essas atitudes colocam a vítima em risco, pois a equipe do resgate é treinada e especializada, possui equipamentos apropriados a estabilizar os sinais vitais da vítima, bem como imobilizá-la e transportá-la da maneira correta, o que não acontecerá num veículo particular.
Quando chamar o resgate:
Saber quando chamar o resgate é fundamental por dois motivos principais:
1-   Para não desperdiçar o tempo da equipe do resgate:
2-   Para não comprometer as chances de sobrevivência da vítima;
Portanto, a decisão pode estar ocupando uma tênue posição entre chamar ou não o resgate. Se você estiver na dúvida sempre telefone para o resgate, o atendente fará algumas perguntas que deixará claro a necessidade da presença do resgate no local ou orientará a sua próxima atitude.
 Sinais e sintomas que demandam transporte imediato:
·         Desmaio sucessivo;
·         Dor ou pressão toráxica ou abdominal;
·         Tontura repentina, fraqueza ou alteração na visão;
·         Sangramento que não parem mesmo após 10 – 15 minutos de pressão direta;
·         Lesões que provocam alterações nos movimentos ou na sensibilidade;
·         Alucinação ou perda do raciocínio lógico;
·         Perda de consciência ou cegueira, vômito contínuo por lesão na cabeça;
·         Risco de lesão na coluna vertebral;
·         Queimadura grave;
·         Suspeita de envenenamento e outro.
Informações necessárias para o acionamento do resgate:
Ao chamar o resgate, o atendente em geral irá fazer algumas perguntas.
Responda com cama e pausadamente:
1-   Diga seu nome e o número do telefone de onde está ligando, isso evitará trotes e permitirá que o atendente chame de volta caso precise de alguma informação adicional;
2-   Diga o local onde está a vítima, indicando pontos de referências que ajudem a encontrar o local;
3-   Diga o que aconteceu e qual a natureza da emergência;
4-   Diga o número de vítimas e procure descrever qualquer condição especial necessária;
5-   Diga em que condição que se encontra a vítima e qualquer providência que já tenha sido tomada (se a vítima está consciente, se há sangramento, se está presa no interior de veículo...);
6-   Somente desligue o telefone quando o atendente autorizar.
Precauções com doenças transmissíveis:
Ao atender emergências é importante entender que haverá sempre um risco potencial de se contrair doenças pelo contágio, para tanto deve se precaver utilizando luvas ou materiais disponíveis no momento.
Lesões nos ossos, articulações e músculos:
Fratura:
O termo fratura significa osso quebrado. As fraturas são classificadas em duas categorias:
1- Fratura fechada: a pele fica intacta e não há presença de nenhum ferimento próximo ao local da fratura;
2- Fratura aberta (exposta): a pele é rompida próximo ou sobre o local da fratura. O ferimento na pele pode ser produzido pela ponta do osso quebrado ou pela força traumática que corta a pele no momento da fratura.
Como Identificar:
Dependendo do caso pode ser difícil avaliar se o osso está fraturado; na dúvida, atenda como fratura.
A deformidade pode não estar óbvia; compare o local atingido com o membro adjacente. Flacidez e dor estão presentes somente no local da lesão, normalmente, a vítima indica exatamente o local da dor. Apalpar ao longo do segmento do osso ajuda a identificar uma fratura.
Inchaço:
É provocado pelo sangramento rápido que ocorre logo após a fratura.
Procedimentos:
Procure identificar como foi e o local da lesão; com cuidado remova ou corte as roupas que estejam cobrindo o local da lesão.
Compressas de gelo devem ser aplicadas sobre o local atingido durante os primeiros vinte minutos. Submetida ao gelo a pele atravessa quatro estágios diferentes: esfria,queima, arde e intumesce. É necessário fazer uso do gelo, pois o frio produz constrição dos vasos sanguíneos ao redor e no local da lesão, reduzindo inchaço e infração, aliviando a dor e espasmos musculares. A compressa de gelo deve ser aplicada o mais rápido possível após a lesão. O tempo de recuperação em geral está associado à quantidade de inchaço.
 NUNCA REMOVA A VÍTIMA DO LOCAL A MENOS QUE SEJA ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO.
NUNCA VÍTIMA COM SUSPEITA DE LSEÃO NA COLUNA
NUNCA REMOVA VÍTIMA QUANDO VOCÊ PUDER CONSEGUIR AJUDA.
NUNCA TENTE REMOVER SOZINHO UMA VÍTIMA, SE HOUVER OUTRAS PESSOAS QUE POSSAM AJUDAR.

domingo, 10 de abril de 2011

Assepsia,Limpeza em Consultorio Odontologico:


PRINCÍPIOS DA ASSEPSIA
Os conceitos de limpeza pessoal e sanitarismo público foram inseridas nesse século na cultura das sociedades civilizadas modernas, diferentemente dos séculos anteriores, onde a importância das medidas de higiene para o controle das doenças infecciosas não era amplamente compreendida.
Semmelweis, Kock, Pasteur e Lister trouxeram com seus trabalhos, luz, sobre a idéia de assepsia de forma que, hoje, o uso de técnicas assépticas é praticamente instintivo.
Semmelweis e O W Holmes – observaram que a febre puerperal espalhava-se da parturiente infectada para a não infectada através dos protetores obstétricos de seus médicos.
O simples ato da lavagem das mãos entre os atendimentos aos pacientes reduziu muito a infecção puerperal, pelo fato de diminuir o número de bactérias virulentas introduzidas na ferida.
Poucos anos depois Pasteur desenvolveu a teoria bacteriana da doença cujo conceito foi fundamental para a compreensão do processo de infecção das feridas.
Lister alcançou o significado do trabalho de Pasteur e começou a desenvolver uma técnica cirúrgica asséptica.
A Cirurgia Oral, embora seja restrita ao terço inferior da face, é regida pelos mesmos princípios da Cirurgia Geral.
Embora seja praticamente impossível uma cirurgia asséptica (devido ao pequeno espaço e pela contaminação do campo operatório), isto não diminui a responsabilidade e a necessidade de instituição de métodos convenientes de antissepsia intra e extra-oral previamente á sua realização.
A instituição de técnicas corretas de Assepsia ou de Anti-sepsia e de esterilização é de fundamental importância na determinação de prognóstico favorável após procedimentos cirúrgicos.
Hoje devemos aprender a praticar técnicas que limitem a disseminação da contaminação; principalmente porque:
  • Para se realizar a cirurgia o cirurgião dentista deve violar a superfície epitelial que é a barreira mais importante contra a infeção.
  • Durante a maioria dos procedimentos em cirurgia oral, o cirurgião dentista, assistentes e equipamentos tornam-se contaminados com a saliva e o sangue do paciente.
A Cirurgia Moderna está alicerçada nos princípios de Assepsia e de técnica cirúrgica.
Graziani (1.987), relata que a meta fundamental do cirurgião moderno deve ser:
  • Uma técnica atraumática
  • O cuidadoso controle da hemorragia
  • A delicadeza e o cuidado no manejo dos tecidos.
  • Um absoluto respeito á assepsia cirúrgica.
Esterilização: Pode ser definida como qualquer processo que destrói completamente todas as formas microbianas de vida (bactérias, esporos, fungos e vírus).
Desinfecção: É quando substâncias químicas em estado líquido são usados para destruir bactérias patogênicas sobre superfícies inanimadas, tais como: assoalhos, mobiliário e paredes.
Anti-Sepsia: É quando substâncias químicas são usadas para destruir bactérias patogênicas sobre superfícies animadas tais como: a pele.
Finalidades da Anti-Sepsia Pré-Operatória e da Esterilização Cirúrgica.
  • Evitar a contaminação pós-operatória
  • Evitar a infecção cruzada
  • Evitar complicações decorrentes da bacteremia pós-operatória.
Principais vias possíveis de contaminação e/ou infecções cruzadas em Consultório Odontológico:
PROFISSIONAL
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PACIENTE
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PACIENTE
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AUXILIAR

A infecção cruzada no consultório odontológico pode ocorrer a partir de partículas de aerosol.
Tem sido dada atenção especial á Hepatite B e á A. I. D. S., embora diversas doenças infecto contagiosas possam ser transmitidas no consultório.
A Hepatite B é considerada uma doença ocupacional, onde trabalhos evidenciaram um maior risco entre os profissionais de saúde.
Ex: A incidência em Cirurgiões Dentistas situa-se em torno de 13% enquanto que entre a população geral está em torno de 4%.
Bacteremia e Procedimentos Odontológicos:
Admite-se que praticamente em 100% dos casos de manipulação interna de tecidos ocorra bacteremias.
Bacteremia e Febre Reumática:
  • Microrganismos isolados em bactermias durante procedimentos odontológicos.
  • Incidência de Endocardite Infecciosa após procedimentos odontológicos.
  • Prevenção da ocorrência de Endocardite Infecciosa após procedimentos Odontológicos cirúrgicos em pacientes com antecedente positivo de Febre Reumática.
Aspectos a serem observados previamente ao procedimento cirúrgico:
  • Esterilização do instrumental e do material.
  • Preparo do Operador e de seus auxiliares.
  • Preparo do Paciente.
  • Preparo da mesa cirúrgica.
  • Destino do material contaminado.
Esterilização do Instrumental e do Material Cirúrgico.
Esterilização é um fenômeno absoluto que implica na inativação total de todos os microrganismos.
A escolha do método mais adequado de esterilização dependerá da natureza do material a ser empregado da eficiência do método, assim como do seu custo.
Desde que possível deve ser empregado o calor úmido sob, pressão (Auto Clave, e como alternativa o Forno de Pasteur.
Calor úmido sob, pressão: (Auto Clave)
Para sua utilização é recomendada a pressão de 1 atm a uma temperatura de 121oC, durante 20 minutos.
Os instrumentos podem ser empacotados em papel, tecido ou recipientes específicos, e o aparelho não deve ser sobrecarregado com material.
Esterilização por calor seco: (Forno de Pasteur)
O emprego do forno de calor seco está limitado a esterilização daqueles objetos que não podem resistir a ação corrosiva do vapor ou a situações que o contato direto com o vapor saturado, em toda superfície do mesmo, não é prática ou inatingível.
Condições padrões de esterilização: 170º C durante 90 minutos ou 160º C por 120 minutos. Acima de 180oC não são recomendadas pela possibilidade de causar alterações nas ligas metálicas, principalmente nos pontos de solda.
Os Processos Químicos devem, a rigor ser empregados somente com a finalidade de desinfecção.
O tempo de 30 minutos quando se utiliza os meios químicos, promove apenas a desinfecção do material e/ou instrumental e não a sua esterilização.
Preparo do Operador e de seus Auxiliares
Para Cirurgia Oral Menor realizada em consultório:
  • Colocar máscara e óculos ( + grosso) (bloqueio físico).
  • Anti-sepsia das mãos e antebraços.
TÉCNICA
Enxaguar mão e antebraços até os cotovelos.
Se necessário limpar as unhas com palito.
Escovar as mãos e antebraços por um período de 3 a 5 minutos, com sabão de coco e solução degermante.
Enxaguar novamente mãos e antebraços abundantemente com água corrente.
Enxugar as mãos e antebraços com guardanapos esterilizados apropriados.
Em caso de emprego de luvas estéreis, calça-las de maneira asséptica.
Em casos de luvas não esterilizadas, calça-las, umidecê-las passando em água corrente, aplicar a solução degermante sobre elas e esfregá-las por 3 a 5 min.
Enxugar as luvas com guardanapo estéril apropriado colocado sobre a mesa auxiliar.
Preparo do Paciente
Anti-Sepsia do Paciente
Plano A
Colocar o campo protetor estéril sobre a cabeça.
Intra Oral: Bochecho com cloreto de cetilpiridíneo a 50%.
A limpeza de todas as faces dentais, mucosa bucal, sulco gengival e dorso da língua com cotonete embebido em peróxido de hidrogênio a 10 volumes, removendo cuidadosamente toda matéria orgânica depositada nestas superfícies.
Bochecho com cloreto de cetilpiridíneo a 50%.
Extra-Oral: Com gaze estéril embebida em antiséptico (Sterylderm ou similar), fazer a anti-sepsia enxtra oral das regiões masseterinas, geniana e molar.
Colocar campo estéril (protetor) sobre a região peitoral.
PLANO B
Colocar o campo protetor estéril sobre a cabeça
Remover o cálculo dental.
Fazer profilaxia (taça de borracha e pedra pomes ou pelo sistema prófi).
Promover o selamento provisório das cavidades cariosas existentes.
Seguir os demais itens do Plano A
Anti-Sepsia empregada nos curativos Pós – Operatório.
I - Sem a Retirada da Sutura
  • Bochecho com cepacol a 50%
  • Limpeza com gaze embebida em água oxigenada 10 volumes.
  • Embrocação da ferida com gaze embebida em tintura de merthiolate.
  • Bochecho com Cepacol a 50^%.
II – Com a Retirada da Sutura
  • Bochecho com Cepacol a 50%
  • Limpeza com gaze embebida em água oxigenada 10 vol.
  • Embrocação da ferida com gaze embebida em tintura de merthiolate.
  • Retirada da sutura
  • Nova embrocação com tintura de merthiolate
  • Bochecho com Cepacol a 50%.
PREPARO DA MESA CIRÚRGICA
Os campos cirúrgicos (estéreis), devem ser dispostos sobre a mesa cirúrgica, e sobre eles são distribuídos os instrumentos cirúrgicos e demais materiais necessários (fio de sutura, gaze, anestésico, lâmina de bisturi, soro fisiológico, etc), á realização da intervenção cirúrgica.
Destino do Material e do Instrumental Contaminado.
Todo instrumental contaminado, deve ser desinfetado antes de ser lavado.
O Profissional ou o Auxiliar com as mãos enluvadas, deve colocar todo o instrumental utilizado em um recipiente contendo glutaraldeído a 2% ou hipoclorito de sódio a 1%, onde devem permanecer no mínimo por 30 minutos. Após este tempo, eles serão lavados para serem novamente esterelizados.
Os instrumentos cortantes a serem descartados (agulhas de anestesia, lâminas de bistuti, agulhas de sutura) deverão ser colocadas em um recipiente de paredes duras imersas em hipoclorito de sódio a 1%.
Todo material contaminado, juntamente com o instrumental a ser descartado, devem ser colocados em um saco plástico apropriado, contendo em seu interior, Hipoclorito de sódio 5% (em uma gaze); Rotulado: contaminado e deve ser incinerado.
Limpeza e Desinfecção do Consultório
A limpeza do consultório deve ser realizada no intervalo dos pacientes e no final do dia.
A mesa auxiliar, pontas, cuspideira, haste do refletor, cadeira, devem ser limpos empregando-se um desinfetante como o hipoclorito de sódio a 1%, após cada atendimento.
Toda mancha de saliva ou sangue devem ser imediatamente limpos com hipoclorito de sódio a 1%.
A limpeza do piso deve ser realizada com panos úmidos embebido com solução desinfetantes. Nunca com panos secos ou com vassoura, para evitar suspensão de partículas contaminadas. (Ferraz, 1.982).
O ambiente após o atendimento a um paciente portador de doença infectocontagiosa deve ser desinfectado para ser novamente utilizado, e sempre que possível em final de expediente, para que o consultório fique fechado por pelo menos 12 hs, facilitando a desinfecção. Esta é realizados por meio de nebulização de germicidas no ar. (Ex: formol).