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domingo, 20 de março de 2011
A limpeza hospitalar é uma das medidas eficazes de prevenção e controle para
romper a cadeia epidemiológica das infecções. A disseminação de vírus, de micobactérias e
de diversos fungos se dá através do ar, da água e das superfícies inanimadas. A limpeza e a
desinfecção com um desinfetante são eficazes em reduzir a infecção cruzada, veiculada
pelo ambiente.
A água por si só, não faz a limpeza de forma eficiente, ela não é bem absorvida pela
superfície onde é aplicada (formação de gotas). Para melhorar a eficiência da água na
remoção da sujeira adicionam-se a ela substâncias, como o sabão ou detergente, de tal
modo que ela se espalhe, promovendo o contato mais íntimo com a superfície a ser limpa.
As paredes, janelas, portas e tetos têm pouca relação com a transmissão de infecção
hospitalar. A limpeza de rotina é necessária, mas não exige uma freqüência tão grande
como o piso, o mobiliário e os equipamentos. Deve ser estabelecida uma rotina de limpeza
periódica, de acordo com a área hospitalar em que se encontram e sempre que houver
sujidade visível.
I. FINALIDADES DO SERVIÇO DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA
A principal finalidade do Serviço de Higienização e Limpeza é preparar o ambiente,
manter a ordem, proporcionando maior segurança favorecendo o bom desempenho das
ações a serem desenvolvidas, melhorando assim, a qualidade dos serviços.
O SHL tem como principais finalidades:
• Manter o ambiente limpo;
• Prevenir infecções hospitalares;
• Conservar equipamentos;
• Prevenir acidentes de trabalho
romper a cadeia epidemiológica das infecções. A disseminação de vírus, de micobactérias e
de diversos fungos se dá através do ar, da água e das superfícies inanimadas. A limpeza e a
desinfecção com um desinfetante são eficazes em reduzir a infecção cruzada, veiculada
pelo ambiente.
A água por si só, não faz a limpeza de forma eficiente, ela não é bem absorvida pela
superfície onde é aplicada (formação de gotas). Para melhorar a eficiência da água na
remoção da sujeira adicionam-se a ela substâncias, como o sabão ou detergente, de tal
modo que ela se espalhe, promovendo o contato mais íntimo com a superfície a ser limpa.
As paredes, janelas, portas e tetos têm pouca relação com a transmissão de infecção
hospitalar. A limpeza de rotina é necessária, mas não exige uma freqüência tão grande
como o piso, o mobiliário e os equipamentos. Deve ser estabelecida uma rotina de limpeza
periódica, de acordo com a área hospitalar em que se encontram e sempre que houver
sujidade visível.
I. FINALIDADES DO SERVIÇO DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA
A principal finalidade do Serviço de Higienização e Limpeza é preparar o ambiente,
manter a ordem, proporcionando maior segurança favorecendo o bom desempenho das
ações a serem desenvolvidas, melhorando assim, a qualidade dos serviços.
O SHL tem como principais finalidades:
• Manter o ambiente limpo;
• Prevenir infecções hospitalares;
• Conservar equipamentos;
• Prevenir acidentes de trabalho
A Hígiene Hospitalar:
O setor de higiene hospitalar, através de suas atividades, é bastante exposto aos riscos
biológicos. Muito comum são os acidentes com materiais perfuro-cortantes ou cortocontusos (contaminados) encontrados displicentemente depositados em recipientes
inadequados, ou seja, sem resistência mecânica suficiente para impedir acidentes.
Assim sendo, a coleta de lixo no ambiente hospitalar deve ser seletiva. Deste modo será
possível definir quais os recipientes que deverão ser utilizados para coleta de resíduos.
Tais procedimentos são necessários, pois além de promover a segurança dos
trabalhadores, proporcionará redução de custos envolvidos no tratamento de resíduos
hospitalares.
Esta prática só terá validade se acompanhada por um programa de educação continuada,
visando treinar, principalmente, os novos funcionários da instituição hospitalar no modo
correto de se descartar o lixo. Não raro, se encontram agulhas hipodérmicas, agulhas de
sutura, lâminas de bisturi e outros materiais como pinos e parafusos acondicionados em
sacos de pano destinados ao transporte de roupas cirúrgicas contaminadas para a
lavanderia hospitalar. Devido à possibilidade de acidente, a velocidade de produção
deste setor é diminuída, e o que é mais grave, aumenta o número de acidentes entre o
pessoal que desenvolve atividades nas áreas contaminadas deste setor, principalmente
quando desembalam os artigos a serem lavados.
biológicos. Muito comum são os acidentes com materiais perfuro-cortantes ou cortocontusos (contaminados) encontrados displicentemente depositados em recipientes
inadequados, ou seja, sem resistência mecânica suficiente para impedir acidentes.
Assim sendo, a coleta de lixo no ambiente hospitalar deve ser seletiva. Deste modo será
possível definir quais os recipientes que deverão ser utilizados para coleta de resíduos.
Tais procedimentos são necessários, pois além de promover a segurança dos
trabalhadores, proporcionará redução de custos envolvidos no tratamento de resíduos
hospitalares.
Esta prática só terá validade se acompanhada por um programa de educação continuada,
visando treinar, principalmente, os novos funcionários da instituição hospitalar no modo
correto de se descartar o lixo. Não raro, se encontram agulhas hipodérmicas, agulhas de
sutura, lâminas de bisturi e outros materiais como pinos e parafusos acondicionados em
sacos de pano destinados ao transporte de roupas cirúrgicas contaminadas para a
lavanderia hospitalar. Devido à possibilidade de acidente, a velocidade de produção
deste setor é diminuída, e o que é mais grave, aumenta o número de acidentes entre o
pessoal que desenvolve atividades nas áreas contaminadas deste setor, principalmente
quando desembalam os artigos a serem lavados.
RISCOS NO AMBIENTE HOSPITALAR:
Além das preocupações legais em definir os riscos existentes no ambiente hospitalar, é
importante inventariá-los de forma objetiva e racional. Para tanto, é preciso ressaltar
algumas definições de termos que servirão de base para indicarmos e conhecermos os
riscos existentes no ambiente hospitalar.
“Risco é uma ou mais condições de uma variável com potencial necessário para causar
danos. Esses danos podem ser entendidos como lesões a pessoas, danos a equipamentos
e instalações, danos ao meio ambiente, perda de material em processo, ou redução da
capacidade de produção” (20).
Risco “expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo
ou número de ciclos operacionais” (20). Pode significar ainda “incerteza quanto à
ocorrência de um determinado evento” ou a “chance de perda que uma empresa está
sujeita na ocorrência de um acidente ou série de acidentes”.
Como foi dito, a palavra “risco” indica, normalmente, a possibilidade de existência de
perigo. Fica melhor definida, quando se lhe acrescentam alguns advérbios que traduzem
especificamente a natureza do risco, como por exemplo: risco de choque elétrico (risco
físico), risco de incêndio (químico), risco de queda (mecânico), risco de contaminação
por hepatite B e HIV (risco biológico).
De modo a comentar as definições legais dos agentes potenciais de danos à saúde do
trabalhador, citamos os ítens que seguem, encontrados na NR-9 da Portaria nº 3214/78:
a)Consideram-se agentes físicos, dentre outros: ruídos, vibrações, temperaturas
anormais, pressões anormais, radiações ionizantes, radiações não-ionizantes,
iluminação e umidade.
b)Consideram-se agentes químicos, dentre outros: névoas, neblinas, poeiras,
fumaça, gases e vapores.
c)Consideram-se agentes biológicos, dentre outros: bactérias, fungos,
"rickettsia", helmintos, protozoários e vírus.
d)Consideram-se, ainda, como riscos ambientais, para efeito das Normas
Regulamentadoras da Portaria 3.214, os agentes mecânicos e outras condições
de insegurança existentes nos locais de trabalho capazes de provocar lesões à
integridade física do trabalhador
importante inventariá-los de forma objetiva e racional. Para tanto, é preciso ressaltar
algumas definições de termos que servirão de base para indicarmos e conhecermos os
riscos existentes no ambiente hospitalar.
“Risco é uma ou mais condições de uma variável com potencial necessário para causar
danos. Esses danos podem ser entendidos como lesões a pessoas, danos a equipamentos
e instalações, danos ao meio ambiente, perda de material em processo, ou redução da
capacidade de produção” (20).
Risco “expressa uma probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo
ou número de ciclos operacionais” (20). Pode significar ainda “incerteza quanto à
ocorrência de um determinado evento” ou a “chance de perda que uma empresa está
sujeita na ocorrência de um acidente ou série de acidentes”.
Como foi dito, a palavra “risco” indica, normalmente, a possibilidade de existência de
perigo. Fica melhor definida, quando se lhe acrescentam alguns advérbios que traduzem
especificamente a natureza do risco, como por exemplo: risco de choque elétrico (risco
físico), risco de incêndio (químico), risco de queda (mecânico), risco de contaminação
por hepatite B e HIV (risco biológico).
De modo a comentar as definições legais dos agentes potenciais de danos à saúde do
trabalhador, citamos os ítens que seguem, encontrados na NR-9 da Portaria nº 3214/78:
a)Consideram-se agentes físicos, dentre outros: ruídos, vibrações, temperaturas
anormais, pressões anormais, radiações ionizantes, radiações não-ionizantes,
iluminação e umidade.
b)Consideram-se agentes químicos, dentre outros: névoas, neblinas, poeiras,
fumaça, gases e vapores.
c)Consideram-se agentes biológicos, dentre outros: bactérias, fungos,
"rickettsia", helmintos, protozoários e vírus.
d)Consideram-se, ainda, como riscos ambientais, para efeito das Normas
Regulamentadoras da Portaria 3.214, os agentes mecânicos e outras condições
de insegurança existentes nos locais de trabalho capazes de provocar lesões à
integridade física do trabalhador
domingo, 13 de fevereiro de 2011
1. Perdas auditivas:
Geralmente associamos perdas auditivas a pessoas com idade avançada. No entanto, apesar do factor idade ser importante, existem muitas outras causas para além do próprio processo natural de envelhecimento, tais como factores hereditários e/ou patológicos, ou perdas devidas à exposição prolongada a níveis de intensidades sonoras acima das recomendadas. As perdas devidas ao processo de envelhecimento natural costumam designar-se porpresbicusia e resultam da morte gradual de células ciliadas ao longo da vida. Normalmente classificam-se as perdas auditivas nas duas seguintes categorias:
- Perdas condutivas: causadas por uma diminuição da transmissão de energia sonora entre o ouvido externo e o ouvido interno. Este tipo de perdas pode ser provocado por defeitos ou bloqueios na estrutura anatómica do ouvido, por excesso ou falta de pressão no ouvido médio ou por articulações duras ou deslocadas nos ossículos que os impedem de vibrar livremente. Muitas vezes, este tipo de perdas pode ser revertido recorrendo a intervenções cirúrgicas, medicação ou aparelhos auditivos;
- Perdas sensoriais: causadas pela deterioração das células ciliadas internas, na cóclea, e/ou no nervo auditivo, o que impede a condução de impulsos nervosos do ouvido interno até ao cérebro. Este tipo de perda auditiva pode ser consequência de síndromes genéticas ou de comportamentos incorrectos durante a gravidez, tais como o consumo de álcool ou drogas. Pode também, muitas vezes, ser corrigido utilizando aparelhos auditivos. Perdas sensoriais revelam-se também como resultado de exposições prolongadas a níveis de intensidade sonora elevada (trauma acústico), níveis esses que geralmente podem e devem ser evitados! O termo trauma acústico é também utilizado para referir exposições curtas mas de intensidade muito violenta para o ouvido, tendo também como consequência perdas sensoriais. Algumas infecções graves como o sarampo, a parotidite, a meningite e a coqueluche podem também causar este tipo de perdas!
As perdas auditivas podem também ser classificadas pelo seu grau de gravidade em perdas mínimas, suaves,moderadas, severas e profundas. O grau de severidade é determinado pelo nível de intensidade sonora que alguém pode ouvir sem a ajuda de uma aparelho auditivo.
- Perdas mínimas: estas pessoas têm poucas dificuldades em ouvir pois a mais baixa intensidade que percebem é da ordem dos 11dB. Uma pessoa normal consegue ouvir intensidade sonoras a partir dos 0dB;
- Perdas suaves: pessoas com perdas suaves conseguem ouvir intensidades sonoras de 20 a 40 dB ou mais elevadas. Estas pessoas têm dificuldades em perceber voz distante;
- Perdas moderadas: pessoas com este tipo de perdas conseguem ouvir sons a partir de 45dB. Isto significa que é difícil para estas pessoas ouvir alguém a falar e entender conversas em grupo;
- Perdas severas: quem sofre de perdas severas consegue apenas ouvir sons de intensidade superior a 65 dB. Estas pessoas conseguem apenas ouvir alguém a falar alto a distâncias muito pequenas, para além de perceberem sons de intensidade elevada no ambiente que as envolve;
- Perdas profundas:as intensidade de som que alguém que sofre deste tipo de perdas ouve são sempre superiores a 90 dB. O termo surdo aplica-se normalmente a pessoas que sofrem perdas deste grau ou pessoas que não ouvem absolutamente nada!
Quando nascemos temos aproximadamente 40000 células ciliadas, número este que vai diminuindo à medida que envelhecemos. O processo de envelhecimento afecta sobretudo a sensibilidade a frequências superiores a 1000Hz. Note-se que, por exemplo, à idade de 70 anos, a perda à frequência de 4000Hz atinge 60dB. É claro que estes valores são uma média, podendo verificar-se tanto situações não tão dramáticas como situações muito piores. Este cenário, ao qual não podemos escapar, poderá ser agravado caso não respeitemos as recomendações quanto aos limites máximos de exposição à poluição sonora. Esses limites podem ser consultados na tabela seguinte:
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
PPRA : Programa de Prevenção de riscos Ambientais
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ou PPRA é um programa estabelecido pela Norma Regulamentadora NR-9, da Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho.
Este programa tem por objetivo, definir uma metodologia de ação que garanta a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores face aos riscos existentes nos ambientes de trabalho.
A legislação de segurança do trabalho brasileira considera como riscos ambientais, agentes físicos, químicos e biológicos. Para que sejam considerados fatores de riscos ambientais estes agentes precisam estar presentes no ambiente de trabalho em determinadas concentrações ou intensidade, e o tempo máximo de exposição do trabalhador a eles é determinado por limites pré estabelecidos.
Agentes de Risco
Agentes físicos - são aqueles decorrentes de processos e equipamentos produtivos podem ser:
- Ruído e vibrações;
- Pressões anormais em relação a pressão atmosférica;
- Temperaturas extremas ( altas e baixas);
- Radiações ionizantes e radiações não ionizantes.
Agentes químicos são aquelas decorrentes da manipulação e processamento de matérias primas e destacam-se:
- Poeiras e fumos;
- Névoas e neblinas;
- Gases e vapores.
Agentes biológicos são aqueles oriundos da manipulação, transformação e modificação de seres vivos microscópicos, dentre eles:
- Genes, bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, e outros.
Objetivos do programa (PPRA)
O objetivo primordial e final é evitar acidentes que possam vir a causar danos à saúde do trabalhador, entretanto existem objetivos intermediários que assegurarão a consecução da meta final.
Objetivos intermediários:
- Criar mentalidade preventiva em trabalhadores e empresários.
- Reduzir ou eliminar improvisações e a "criatividade do jeitinho".
- Promover a conscientização em relação a riscos e agentes existentes no ambiente do trabalho.
- Desenvolver uma metodologia de abordagem e análise das diferentes situações ( presente e futuras) do ambiente do trabalho.
- Treinar e educar trabalhadores para a utilização da metodologia.
Metodologia
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá incluir as seguintes etapas:
- Antecipação e reconhecimento dos riscos;
- Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
- Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
- Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
- Monitoramento da exposição aos riscos;
- Registro e divulgação dos dados.
Obrigatoriedade da implementação do PPRA
A Legislação é muito ampla em relação ao PPRA, as atividades e o número de estabelecimentos sujeitos a implementação deste programa são tão grandes que torna impossível a ação da fiscalização e em decorrência disto muitas empresas simplesmente ignoram a obrigatoriedade do mesmo.
A lei define que todos empregadores e instituições que admitem trabalhadores como empregados são obrigadas a implementar o PPRA.
Em outras palavras, isto significa que praticamente toda atividade laboral onde haja vinculo empregatício está obrigada a implementar o programa ou seja : indústrias; fornecedores de serviços; hotéis; condomínios; drogarias; escolas; supermercados; hospitais; clubes; transportadoras; magazines etc.
Aqueles que não cumprirem as exigências desta norma estarão sujeitos a penalidades que variam de multas e até interdições.
Evidentemente que o PPRA tem de ser desenvolvido especificamente para cada tipo de atividade, sendo assim, torna-se claro que o programa de uma drogaria deve diferir do programa de uma indústria química.
Fundamentalmente o PPRA visa preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores por meio da prevenção de riscos, e isto significa:
- antecipar; reconhecer; avaliar e controlar
riscos existentes e que venham a ser introduzidos no ambiente do trabalho.
Opções de implementação do programa
Para uma grande indústria que possui um organizado Serviço Especializado de Segurança, a elaboração do programa não constitui nenhum problema, para um supermercado ou uma oficina de médio porte, que por lei não necessitam manter um SESMT, isto poderá vir a ser um problema.
As opções para elaboração, desenvolvimento, implementação do PPRA são :
- Empresas com SESMT - neste caso o pessoal especializado do SESMT será responsável pelas diversas etapas do programa em conjunto com a direção da empresa.
- Empresas que não possuem SESMT - nesta situação a empresa deverá contratar uma firma especializada ou um Engenheiro de Segurança do Trabalho para desenvolvimento das diversas etapas do programa em conjunto com a direção da empresa.
Precauções e cuidados
A principal preocupação é evitar que o programa transforme-se no principal objetivo e a proteção ao trabalhador transforme-se em um objetivo secundário.
Muitas empresas conseguem medir a presença de algum agente em partes por bilhão (ppb) e utilizam sofisticados programas de computador para reportar tais medidas, entretanto não evitam e não conseguem evitar que seus trabalhadores sofram danos a saúde.
Algumas empresas de pequeno e médio porte, não possuindo pessoas especializadas em seus quadros, contratam serviços de terceiros que aproveitam a oportunidade para vender sofisticações tecnológicas úteis para algumas situações e absolutamente desnecessárias para outras (algo como utilizar uma tomografia computadorizada para diagnosticar unha encravada).
O PPRA é um instrumento dinâmico que visa proteger a saúde do trabalhador e, portanto deve ser simples pratico, objetivo e acima de tudo facilmente compreendido e utilizado.
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