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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Preserve sua Saúde use o Equipamento de Proteção ao Executar uma solda.

Solicite uma permissão diária de trabalho,
emitida pelo setor de Segurança Industrial,
para executar trabalhos de solda e corte
de maçarico, fora do posto de trabalho.
• Não se aproxime da área de solda
sem os EPI’s adequados e nem opere
o equipamento, caso você não seja
soldador.
• Não solde perto de materiais
combustíveis ou inflamáveis.
• Não troque eletrodos estando
encostado em peças ligadas à terra ou
em local molhado

domingo, 9 de outubro de 2011

Durante a realização da tatuagem:


1 - Evite se mexer demais. Lembre-se: O trabalho envolve precisão, e um descuido básico pode colocar tudo a perder.
2 - Em relação a dor, isso varia de pessoa para a pessoa. Evite utilizar drogas ou medicamentos específicos durante a ação.
3 - Vontade de espirrar? Avise o tatuador para que ele possa parar o procedimento.
4 - Excesso de companhia deve ser evitado. Leve apenas um amigo (a) para assistir a criação e desenvolvimento da sua tatuagem.
5 - Procure se manter calmo. O nervosismo, em alguns casos, pode acarretar até mesmo um desmaio.

1 - Após o processo, evite tomar banhos quentes, ou ainda, frequentar ambientes como saunas e piscinas.
2 - Não se esqueça da pomada. Ela deverá ser utilizada três vezes ao dia. (normalmente ela é fornecida pelo tatuador após a conclusão da tatuagem).
3 - Não utilize roupas muito apertadas, suas fibras podem grudar na chamada “casquinha” que irá se formar ao redor de sua tattoo,
4 - Na hora de dormir, procure cobrir sua tatuagem com papel filme.
5 - Com a tatuagem cicatrizada, opte por um protetor solar, especialmente quando necessário sair em ambientes com forte incidência de sol.

Todo cuidado é pouco,

Hojem venho falar um pouquinho dos cuidados na hora de fazer uma tatuagem,Verifique se tudo é Esterilizado,se o local é apropriado ( Conhecido) e Limpo agulhas descartáveis só assim você terá segurança pois os Riscos de contrair doenças é enorme entao FIQUE ATENTO

domingo, 11 de setembro de 2011

Tudo sobre como e quando Higienizar as Mãos corretamente principalmente na área Hospitalar: veja:

O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS?
É a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. Recentemente, o termo “lavagem das mãos” foi substituído por “higienização das mãos” devido à maior abrangência deste procedimento. O termo engloba a higienização simples, a higienização anti-séptica, a fricção anti-séptica e a anti-sepsia cirúrgica das mãos, que serão abordadas mais adiante.
POR QUE FAZER?
As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes, pois a pele é um possível reservatório de diversos microrganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminados.
A pele das mãos alberga, principalmente, duas populações de microrganismos: os pertencentes à microbiota residente e à microbiota transitória. A microbiota residente é constituída por microrganismos de baixa virulência, como estafilococos, corinebactérias e micrococos, pouco associados às infecções veiculadas pelas mãos. É mais difícil de ser removida pela higienização das mãos com água e sabão, uma vez que coloniza as camadas mais internas da pele.
A microbiota transitória coloniza a camada mais superficial da pele, o que permite sua remoção mecânica pela higienização das mãos com água e sabão, sendo eliminada com mais facilidade quando se utiliza uma solução anti-séptica. É representada, tipicamente, pelas bactérias Gram-negativas, como enterobactérias (Ex:Escherichia coli), bactérias não fermentadoras (Ex:Pseudomonas aeruginosa), além de fungos e vírus.
Os patógenos hospitalares mais relevantes são:Staphylococcus aureusStaphylococcus epidermidis,Enterococcus spp., Pseudomonas aeruginosa, Klebsiellaspp., Enterobacter spp. e leveduras do gêneroCandida. As infecções relacionadas à assistência à saúde geralmente são causadas por diversos microrganismos resistentes aos antimicrobianos, tais como S. aureus e S. epidermidis, resistentes a oxacilina/meticilina; Enterococcus spp., resistentes a vancomicina; Enterobacteriaceae, resistentes a cefalosporinas de 3a geração e Pseudomonas aeruginosa, resistentes a carbapenêmicos.
As taxas de infecções e resistência microbiana aos antimicrobianos são maiores em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), devido a vários fatores: maior volume de trabalho, presença de pacientes graves, tempo de internação prolongado, maior quantidade de procedimentos invasivos e maior uso de antimicrobianos.


A higienização das mãos apresenta as seguintes finalidades:
• Remoção de sujidade, suor, oleosidade, pêlos, células descamativas e da microbiota da pele, interrompendo a transmissão de infecções veiculadas ao contato;
• Prevenção e redução das infecções causadas pelas transmissões cruzadas.
 

QUEM DEVE HIGIENIZAR AS MÃOS?
Devem higienizar as mãos todos os profissionais que trabalham em serviços de saúde, que mantém contato direto ou indireto com os pacientes, que atuam na manipulação de medicamentos, alimentos e material estéril ou contaminado.
COMO FAZER? QUANDO FAZER?
As mãos dos profissionais que atuam em serviços de saúde podem ser higienizadas utilizando-se: água e sabão, preparação alcoólica e anti-séptico.
A utilização de um determinado produto depende das indicações descritas abaixo:

USO DE ÁGUA E SABÃO

Indicação:
Quando as mãos estiverem visivelmente sujas ou contaminadas com sangue e outros fluidos corporais.
  • Ao iniciar o turno de trabalho.
  • Após ir ao banheiro.
  • Antes e depois das refeições.
  • Antes de preparo de alimentos.
  • Antes de preparo e manipulação de medicamentos.
  • Nas situações descritas a seguir para preparação alcoólica.

USO DE PREPARAÇÃO ALCOÓLICA

Indicação
Higienizar as mãos com preparação alcoólica quando estas não estiverem visivelmente sujas, em todas as situações descritas a seguir:
Antes de contato com o paciente
Objetivo: proteção do paciente, evitando a transmissão de microrganismos oriundos das mãos do profissional de saúde.
Exemplos: exames físicos (determinação do pulso, da pressão arterial, da temperatura corporal); contato físico direto (aplicação de massagem, realização de higiene corporal); e gestos de cortesia e conforto.

Após contato com o paciente
Objetivo: proteção do profissional e das superfícies e objetos imediatamente próxi­mos ao paciente, evitando a transmissão de microrganismos do próprio paciente.
Antes de realizar procedimentos assistenciais e manipular dispositivos invasivos
Objetivo: proteção do paciente, evitando a transmissão de microrganismos oriundos das mãos do profissional de saúde.
Exemplos: contato com membranas mucosas (administração de medicamentos pe­las vias oftálmica e nasal); com pele não intacta (realização de curativos, aplicação de injeções); e com dispositivos invasivos (cateteres intravasculares e urinários, tubo endotraqueal).